Umas e outras
Há situações, afirmações e fatos que, mesmo a gente vendo, ou ouvindo, acha difícil acreditar que sejam verdadeiros. Isso porque parece cada vez mais difícil acreditar no real a AI Inteligência artificial. Uma espécie da teoria de São Tomé: Preciso ver, para crer!
Outra vez a chuva se mostra forte e intermitente, logo em um sábado. Menos mal que, amanhã, domingo há prenúncio de tempo bem que deverá reinar por aproximados dez dias. Ufa! Enfim uma previsão alvissareira! Quer dizer: nunca estamos satisfeitos: quer chova, quer faça sol, quer seja quente ou frio. Somos eternos inconformados sem, sequer, olhar ao nosso redor para constatar que há muito mais pessoas sofrendo privações do que nós reclamadores.
Diz um adágio popular que “o travesseiro é o melhor conselheiro”. Pode ser verdadeiro em parte, mas se ficarmos apenas nos pensamentos que povoam o nosso sono ou a nossa vigília não chegaremos a lugar algum. Anotar o que foi pensado; executar o que passou pela nossa cabeça, com filtros, é óbvio, é o que conta: o restante pode virar resto. Aliás, dias desses um jovem rapaz, (pai de cinco filhos), hoje sem dúvida uma enorme família estava na missa com a esposa e três dos seus rebentos, crianças muito queridas. Ao perguntar-lhe onde ficaram os outros dois ele respondeu: “O resto ficou em casa aos cuidados da avó”. Retruquei-lhe: “O resto, ou o restante?”. Certamente, a última palavra, nesse caso!
Porém, vamos ao que eu me propus escrever sobre “umas e outras”, reiterando que a maioria é fruto da profusão de informações que a mídia faz jorrar no cotidiano. Certa vez escrevi um texto versando sobre a inutilidade das pessoas que não fazem o bem, ou seja: pior, praticam o mal, vivem arquitetando maldades para prejudicar outrem. Deveriam é ser decapitadas!
E da lista das iniquidades questiono o porquê, por exemplo, de certas autoridades quererem se imiscuir em assuntos que não lhe dizem respeito. Fruto da mídia eu assisti a um vídeo falando que o poder (os governos vigilantes), deseja se imiscuir no Currículo Escolar - ensino de Religião em um colégio Salesiano. Uma tentativa inaceitável contra a autonomia, a soberania e à liberdade! Até que ponto chega à maldade humana? Os pais tem o livre arbítrio de matricularem os seus filhos em qualquer Instituição. Os diligentes preferem as melhores e, obviamente desejam para os seus rebentos a melhor educação, de qualidade.
Aí ouvimos algumas mentecaptas falarem em soberania e ficam apenas no discurso. Quantos milhões foram investidos, pelo nosso país, para não dizer bilhões, em outros países, tendo como justificativa a amizade e o viés ideológico? E o que pensar sobre a nossa justiça que age livre, leve e solta, desrespeitando a carta-mor – a Constituição?
E o que dizer daquela, também conduzida que ansiava ensacar o vento, além do ar dela, no lugar da massa cinzenta, a fim de utilizá-lo em momentos de escassez de energia? E dos candidatos, agora que estamos prestes a realizar mais uma eleição de fazerem pactos até com o demônio ou com partidos que antes lhes eram inimigos mortais? Tudo por interesses individuais que sobrepõem o mínimo de lisura, honradez e vergonha na cara!
Se o espaço me permitisse teria muitas “umas e outras” para discorrer e, obviamente se me fosse permitido ouvir-lhe, caro leitor, faltaria espaço para discorrer sobre tantas besteiras que apenas atrasam o progresso e o bem-estar das pessoas.