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Saúde

Simers aborda as perspectivas do mercado de trabalho para emergências

O enfoque foi o campo de atuação para médicos emergencistas e as dificuldades que as emergências de hospitais e postos de saúde enfrentam atualmente

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Por Simers
Foto Divulgação

Terminou na quarta-feira (4), em Porto Alegre, o Simpósio de Urgência e Emergência do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). Realizado no auditório Jahyr Boeira de Almeida, o evento marcou as comemorações de cinco anos de existência da Unidade de Pronto Atendimento Moacyr Scliar. Em pauta, as perspectivas e os desafios do mercado de Urgência e Emergência no Brasil e no Rio Grande do Sul, a partir de temas como os novos modelos de gestão, protocolos clínicos, fluxos de atendimento pré-hospitalar e de emergência, entre outros. Presente ao evento, a vice-presidente do Simers, Maria Rita de Assis Brasil, ministrou a palestra “Mercado de Trabalho na Rede de Urgência: Perspectivas no Rio Grande do Sul”. O enfoque foi o campo de atuação para médicos emergencistas e as dificuldades que as emergências de hospitais e postos de saúde enfrentam atualmente.

Com o objetivo de formar um espaço de integração e debate sobre o serviço de urgência e emergência hospitalar e em unidades de saúde, o primeiro dia foi reservado à análise do mercado de trabalho para emergencistas. Segundo Maria Rita, ainda há um mercado extenso no Estado, pois a evolução tecnológica abre novas oportunidades para médicos que atuam nessa área. “O mercado de trabalho do atendimento em emergência é grande, na medida em que se torna cada vez mais necessário fazer uma investigação complementar para chegar a um diagnóstico, e hoje contamos com uma tecnologia avançada para esse trabalho. E isso, UPAs, Pronto atendimentos e emergências hospitalares têm a melhor possibilidade de fazer esses diagnósticos, dentro da realidade de cada local”, explica Maria Rita.

Situação das emergências preocupa

Por outro lado, a vice- presidente do Simers alerta para que os jovens médicos analisem, além do mercado, a situação em que estão as emergências do país. “Muitas vezes a emergência é a única porta no serviço público e privado de saúde. Em muitos momentos as emergências ficam lotadas, porque atendem não só casos graves, mas também pacientes que deveriam procurar postos de saúde e não têm essa possibilidade”, afirma.

Maria Rita ainda salienta que Há muitas UPAs no Rio Grande do Sul e em todo o país que não funcionam por falta de investimentos necessários.

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