Diferentes estudos mostram relação entre suplementação com DHA e melhoria na capacidade de atenção e no comportamento infantil
Uma das preocupações dos pais com crianças em fase escolar é se elas estão bem nutridas e atentas para enfrentar com sucesso os desafios inerentes ao período. Além de uma alimentação balanceada, pesquisas indicam um papel importante do DHA, tipo específico de ácido graxo poliinsaturado da classe dos ômega 3, de influência positiva para crianças em fase escolar.
Um estudo realizado pela Emory University, em Atlanta, nos Estados Unidos fez a suplementação de mulheres grávidas com DHA ou placebo. A pesquisa envolveu mais de mil participantes, acompanhando a gestação e o desenvolvimento das crianças até os cinco anos de idade. Aos cinco anos de idade, as crianças cujas mães tomaram o suplemento durante a gravidez apresentaram aumento na capacidade de atenção sustentada durante a fase escolar.
"As crianças apresentaram diferenças significativas em itens relativos ao comportamento e atenção, o que sugere que, em etapas futuras da vida escolar, quando atividades mais desafiadoras serão impostas, essas crianças possam apresentar melhor desempenho", afirma a médica Maria Inês Harris, consultora científica de OmegaPURE DHA,
Pesquisa feita pela Open University of the Netherlands, na Holanda, analisou a presença do DHA no sangue de crianças de sete anos de idade e os dados coletados sugerem que o elevado nível desses ácidos graxos está positivamente relacionado com o desempenho em leitura e soletração.
Estudos clínicos mostraram que a suplementação de crianças com DHA leva a uma melhora no desenvolvimento e na precisão da visão. Outro estudo clínico realizado pelo National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, em Bethesda, nos Estados Unidos, sugere que a suplementação com ácidos graxos DHA e o ácido eicosapentaenóico (EPA) pode reduzir a agressividade e impulsividade em crianças.
O ômega 3 DHA pode ser obtido pela alta ingestão de peixes de água fria, porém o brasileiro consome, em média, apenas nove quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 12 quilos. Além disso, existe a questão da contaminação dos peixes por metais pesados.