Seis empresas de Erechim estão entre as 500 maiores da região Sul do Brasil, segundo ranking divulgado pela Revista Amanhã e PwC. Cinco, aliás, mantiveram-se na lista em relação ao ano anterior (períodos 2017/2016). São elas: Olfar SA Alimento e Energia (118), Sponchiado Participações SA (225), Peccin SA (398), Cavaletti SA Cadeiras Profissionais (431) e Triel-HT Industrial e Participações SA (483). A recém-chegada ao grupo é a Plaxmetal Indústria de Cadeiras Corporativas S/A, na posição 484.
A maior de todas as empresas do Sul, de acordo com o levantamento, é o Grupo Gerdau, com sede em Porto Alegre; seguido da Bunge Alimentos e da BRF, ambas de Santa Catarina (Gaspar e Concórdia).
O que dizem as empresas locais
Olfar
Conforme o diretor comercial da Olfar, Guilherme Weschenfelder, figurar entre as 150 maiores do Sul – e entre as 50 maiores do RS – representa a confirmação e consolidação do trabalho, o que demonstra a solidez da empresa mesmo em anos de crise. “Mostra que as condutas e caminhos escolhidos estão de acordo com propósitos traçados”, avalia. Segundo ele, a fórmula do sucesso diz respeito ao entendimento de que vários são os fatores que mantém o rumo de uma empresa ao longo dos anos. Na Olfar, pontua Guilherme, as principais características são: muito trabalho, dedicação, engajamento das equipes, busca constante por melhorias, empreendedorismo, inovação, investimentos e respeito aos clientes, fornecedores e colaboradores.
Sponchiado
Por sua vez, o diretor presidente da Sponchiado Participações SA, Carlos Alberto Sponchiado, enumera como elemento determinante para o momento ascendente o binômio funcionário/cliente. ‘Funcionário feliz é cliente feliz’, resume. Ele também destaca que, em termos de Brasil, em recente ranking divulgado pelo Jornal Valor Econômico, a Sponchiado figura na posição 803 entre as maiores empresas do país.
Peccin
A fabricante de balas e chocolates, Peccin, já é tradicional no ranking da Amanhã, o que, conforme seu diretor presidente, Dirceu Pezzin, confirma o processo de crescimento contínuo da marca – que se repete há pelo menos oito anos, apesar da crise enfrentada no período. ‘Trabalhamos com foco no equilíbrio e na rentabilidade’, observa Pezzin.
Cavaletti
Para a Cavaletti, estar novamente no ranking das 500 maiores do Sul é um orgulho e um reconhecimento ao investimento constante em design e em pesquisas para apresentar ao mercado produtos inovadores. ‘Agradecemos a todos nossos colaboradores e demais parceiros, clientes e fornecedores por mais esta conquista’, ressalta o diretor presidente da empresa, Gilmar Cavaletti.
Triel-HT
‘Precisamos estar atentos ao mercado e às oportunidades que se apresentam, investindo constantemente em novas tecnologias e na qualificação das equipes. Creio que esta é a razão de nos mantermos, mais uma vez, entre as 500 maiores empresas do Sul – o que sem dúvida é um orgulho para todos que nos ajudam a construir e ampliar, diariamente, a marca’. Desta forma, o diretor comercial da TRIEL-HT, Darlan Dalla Rosa avalia a presença da empresa erechinense no ranking Amanhã e PwC.
Plaxmetal
Já a Plaxmetal, liderada pelos irmãos Ezídio e Rafael Zorzi, considera o ingresso no ‘top 500’ como a confirmação e consolidação de uma estratégia de valorização da equipe e dos anseios do mercado consumidor. “Nossos produtos são peças de composição de ambientes. São ferramentas que auxiliam na performance de profissionais e estudantes em todo o mundo”, detalham os irmãos Zorzi.
Como é feito o ranking
Todas as informações são extraídas dos balanços financeiros das empresas listadas e publicados em jornal ou fornecidas por meios oficiais da empresa. São examinadas tanto demonstrações contábeis de grupos quanto de empresas individuais. O critério de classificação é um indicador exclusivo conhecido como Valor Ponderado de Grandeza.
Nos rankings estaduais, quatro indicadores comparam o desempenho das empresas e sua classificação entre 2016 e 2017. São eles: Valor Ponderado de Grandeza (VPG), Receita Líquida, Patrimônio Líquido e Lucro ou Prejuízo. Para isso, foram utilizados os dados comparativos dos dois últimos exercícios constantes nos balanços de 2017, divulgados em 2018.