Eu sou do tempo que o trem cortava a cidade de Erechim, Arrisquei-me algumas vezes a andar pendurado na escada (por sorte nunca aconteceu nada). Colocava pedras sobre os trilhos para que fossem esmagadas, e com o pó, virava brincadeira de criança.
Olhando a estação ferroviária, bateu a nostalgia e também a tristeza pelo estado de abandono que se encontra.
Sei que uma empresa de Curitiba, a Rumo, tem os direitos de exploração, mas é muito tempo sem uso o local. Está na hora do setor público intervir, e buscar uma solução para essa local, que marca o início da colonização de Erechim.