No primeiro ano do governo Schmidt, o artista plástico Harryson Testa (que é diretor na secretaria de Obras) e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Altemir Barp estiveram em Curitiba, na Rumo Logística que detém a concessão da viação férrea em Erechim e região, onde foi solicitado a devolução para o Dnit da Estação Ferroviária. Isso aconteceu, segundo Testa, e o prédio foi repassado para o município em formato de concessão por 30 anos e já tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).
Problema social
Após essa parte inicial, dois projetos foram encaminhados para Brasília, um junto ao Ministério das Cidades e outro no Ministério do Turismo: “o objetivo é arrecadar verbas para recuperar o patrimônio, já que o município não possui recursos para tal finalidade. Além da falta de recursos, precisa resolver um problema social, já que o local virou um acampamento de indígenas (como mostra a foto)
Sebo, pub, museus...
O projeto prevê a transformação do local num sebo, para leitura, com bar, lancheira, como um pub (aos moldes do que foi feito em Passo Fundo). No local também, sempre se frise, caso os recursos sejam alocados pelo governo federal, será feita salas de museus, museu da ferroviária (Gaurama já fez o seu), além de local para informações turísticas e exposição de artes de todos os tipos: “um dos objetivos também é fazer funcionar junto a Estação Ferroviária a secretaria de Cultura, Esporte e Turismo.
Outros municípios conseguiram
A ideia é boa, vários municípios que tem estações ferroviárias conseguiram dar vida ao local, e se espera que Erechim consiga o mesmo. O progresso da cidade começou pela Estação Ferroviária, e muitas famílias conhecidas da cidade, chegaram aqui, de trem e se instalaram.