Os últimos dados disponíveis pelo IBGE, referentes ao ano de 2017, indicam que Erechim tinha, à época, 41.567 de seus moradores ‘ocupados’ com algum tipo de atividade – o que representaria 40,2% da população, sendo que o ganho médio mensal desta força de trabalho era de 2,4 salários mínimos no período.
Num comparativo com outros municípios gaúchos e do país, a Capital da Amizade aparecia na 15ª posição do RS, em relação ao número absoluto de ocupados, e na 38ª, se considerado o percentual de 40,2%. Em termos de Brasil, respectivamente, Erechim ocupava as colocações 178 e 168, num universo de 5.570 cidades.
Na análise salarial, observado o índice médio de 2,4, as posições eram de 125, no estado, e 684, no território nacional.
Em 2013, 48.385 pessoas estavam ocupadas
Embora ainda apareça num patamar que possa ser considerado razoável, o município já viveu dias melhores, especialmente em relação à ocupação de seus cidadãos.
Para se ter uma ideia, em 2013 a terra dos ‘bota amarela’ soube surfar a onda de uma economia que estava em ascensão, chegando a empregar 48.385 pessoas (6.818 a mais do que em 2017), registrando recorde na série histórica iniciada em 2008, quando 40.925 cidadãos tinham alguma ocupação, segundo o IBGE.
Média salarial se manteve estável na década
Considerado isoladamente o ganho salarial ao longo dos anos, contudo, percebe-se pouca oscilação de 2008 para cá, sendo que a mediana vai de 2,4 (nos anos de 2017, 2012 e 2010) até 2,7, em 2008 – justamente o período em que havia menos pessoas ocupadas. Em 2013, data que marcou a maior taxa de ocupação, o salário mensal médio foi de 2,5.