Os lojistas de Erechim, que não fazem parte do comércio essencial, se organizaram num grupo de whats para protestar de alguma forma, sobre o momento que estão vivendo, com as portas fechadas, o que está inviabilizando o presente e o futuro de muitos.
Após muitas ideias, resolveram protestar com confecção de cartazes, que nos próximos dias estarão fixados nas portas das lojas: “qualquer trabalho que provê o pão de cada dia é essencial”.
São quase 400 lojistas, de várias áreas, que estão participando dessa ação para defender a classe, como de forma de protesto pelo fechamento dos estabelecimentos, em função das restrições da bandeira preta.