O manifesto dos comerciantes, academias e outras classes afetadas pela bandeira preta, se mostrou mais organizado que o primeiro, na manhã da sexta-feira. Todo vestindo preto, de máscaras e respeitando o distanciamento entre eles.
Após muitas reuniões internas, desde a segunda-feira, com entidades, o movimento se reforçou com apoio do Sindilojas, da Accie e da CDL Erechim, que estavam presentes e puderam relatar o que estão fazendo em prol do comércio, sempre respeitando a legislação vigente.
O movimento manteve as reivindicações do primeiro encontro, que é a aumento de leitos de UTI, vacinação em massa, o tratamento precoce, e lógico, a reabertura do comércio.
Num dos momentos, os manifestantes com os braços erguidos, pediram a saída do governador gaúcho: “fora Leite”.
O Executivo erechinense também foi lembrado pelos manifestantes. Segundo eles, as ações desenvolvidas em prol do combate a covid são lentas.