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Economia

Linha de confeitaria da Peccin conquista mercado israelense

Empresa projeta expandir sua atuação no mercado externo, segmento que já representa cerca de 30% de seu faturamento

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A Peccin S/A, dia a dia, se consolida como uma das principais empresas exportadoras do Rio Grande do
Por Salus Loch
Foto Divulgação

A Peccin S/A, dia a dia, se consolida como uma das principais empresas exportadoras do Rio Grande do Sul. Em entrevista ao Bom Dia, o diretor de Marketing e Vendas, Carlos Scarpa, fala sobre a presença da marca em Israel, país que, há mais de uma década, descobriu – e se apaixonou – pela linha de confeitaria produzida em Erechim.

Além disso, Scarpa revela planos de expansão da atuação no mercado externo, segmento que já representa cerca de 30% do faturamento da organização. Confira:

Como surgiu a oportunidade de negócios com Israel?

A oportunidade surgiu através de uma feira internacional. Na ocasião, nós captamos o contato do cliente e a partir de então começamos a verificar pontos de interesse, discutindo sobre os produtos, as possibilidades e a capacidade de absorção do mercado.

No que consiste a parceria?

Nós conseguimos entrar no mercado israelense há mais de dez anos e desde então a parceria vem se consolidando de maneira sustentável devido aos interesses mútuos das empresas.

Quais produtos são exportados ao País e em qual quantidade?

A Linha de Confeitaria em geral. Devido a questões de privacidade, não divulgamos números específicos da exportação para cada país.

Como se dá a produção para Israel?

Nossas linhas de produção são 70% automatizadas para este processo.

O que difere no processo de produção se comparado com itens exportados para outros países?

Existe um processo de conferência e aprovação de matérias-primas dos fornecedores, que devem possuir uma certificação específica e devem ser armazenadas em nosso estoque de forma separada das não certificadas. O início da produção deve acontecer no domingo à noite respeitando procedimentos de verificação e “kosheirização”, conjunto de ações específicas para preparação da linha para produção, além da separação física das linhas e processos dos produtos Kosher e não Kosher.

Com que periodicidade os rabinos vêm à fábrica acompanhar o processo?

Os rabinos vêm à fábrica somente durante as produções, que normalmente ocorrem de 1 a 2 semanas por mês, e acompanham todo o processo.

A Peccin projeta ampliar a atuação no mercado externo? Quais países estariam ‘na mira’?

Sim. Enxergamos a exportação com otimismo e entendemos que ainda existem muitas oportunidades a serem exploradas no mercado global. Permanecemos atentos e em busca das melhores oportunidades, visando sempre ampliar nossa atuação e atingir os objetivos de longo prazo.

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