21°C
Erechim,RS
Previsão completa
0°C
Erechim,RS
Previsão completa

Publicidade

Economia

Combustíveis: não há sinal de que vai faltar, por ora, dizem postos

Petrobras comunicou redução da produção para o mês de novembro, em alguns casos mais de 50% do volume solicitado para compra

teste
Cortes de fornecimento às distribuidoras são efetivos
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Divulgação

Será que o Brasil está em situação potencial de desabastecimento de combustíveis? Vai faltar gasolina e óleo diesel para vender? A questão é: por que esse questionamento?

Essas interrogações estão sendo levantadas porque o setor comercial da Petrobras comunicou, no dia 11, diversas distribuidoras de combustíveis filiadas à Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom) uma série de cortes unilaterais nos pedidos feitos para fornecimento de gasolina e óleo diesel para o mês de novembro, deste ano, conforme publicado no site Brasilcom.   

Realidade local

O presidente da Cooperativa de Consumidores (Coonsumo), Sandro Filippi, acredita que não há risco de desabastecimento. “Não, por enquanto, pois não se sabe até quando vai pra normalizar, mas o risco maior é pra posto não bandeirado”, afirma.

Ele explica que as distribuidoras abastecem, primeiro, os postos bandeirados, e, depois se sobrar combustíveis elas vendem para quem não tem bandeira. “Então, vai depender de cada distribuidora”, disse. E, acrescenta, “a nossa é bem responsável e procura nunca deixar faltar”.

Para a gerente do Posto Petrobras, Isaura Rieder, não há, por enquanto, nenhum indício de desabastecimento de combustíveis. “Está tudo normal, não estamos percebendo nada diferente que possa sinalizar falta de combustíveis”, disse. Conforme ela, as distribuidoras têm estoque e vão abastecer, inicialmente, os postos que tem bandeira.   

Situação preocupante

Segundo a Brasilcom, “as reduções promovidas pela Petrobras, em alguns casos chegando a mais de 50% do volume solicitado para compra, colocam o país em situação de potencial desabastecimento, haja vista a impossibilidade de compensar essas reduções de fornecimento por meio de contratos de importação, considerando a diferença atual entre os preços do mercado internacional, que estão em patamares bem superiores aos praticados no Brasil”.

Leia também

Publicidade

Blog dos Colunistas

;