Pelo 11º mês consecutivo, Erechim empregou mais do que demitiu. Em novembro, o saldo de contratações com carteira assinada na Capital da Amizade foi de 151, conforme o Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou ontem, 23, as estatísticas do Emprego Formal, o Novo Caged.
No total do ano, o município apresenta 2.311 novas vagas criadas, numa média de 210 postos por mês.
Mulheres são destaque
Entre os dados de novembro – que teve o setor de comércio puxando a fila da empregabilidade em Erechim (com resultado de 70), seguido dos serviços (55) e indústria (50) – chama a atenção a participação das mulheres no mercado formal. Elas alcançaram saldo de 159 postos; enquanto os homens fecharam o mês ‘no negativo’, com 8 dispensas a mais do que contratações. Aliás, nos 11 primeiros meses de 2021, o ranking aponta handicap favorável ao sexo feminino: 1.282 vagas femininas, contra 1.029 destinados a eles.
Estoque
O estoque de empregos formais em Erechim, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 36.310 em novembro, sendo que a indústria responde por 40% deste universo, enquanto os serviços abocanham 31% e o comércio 23%. A construção civil fica com 6%.
Brasil
Já em termos nacionais, o país gerou 324.112 postos de trabalho em novembro, resultado de 1.772.766 admissões e de 1.448.654 desligamentos. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 2.992.898 novos trabalhadores no mercado formal.
Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, conforme o Novo Caged. No Rio Grande do Sul, o resultado foi de 18.722 vagas. Em termos absolutos, as unidades da federação com maior saldo em novembro foram São Paulo, com 110.198 postos; Rio de Janeiro, com 35.654; e Minas Gerais, 24.035. Já os estados com menor saldo absoluto foram Acre, com 978; Amapá, 971; e Roraima, 413.
O salário médio de admissão em novembro de 2021, no Brasil, foi de R$ 1.778,84. Comparado ao mês anterior, houve redução real de R$ 31,70 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 1,75%.