Nada me deixa mais chateado que ler comentários de pessoas que pregam a derrubada do Castelinho e que seja colocando no local, qualquer coisa.
Ignoram completamente o que esse símbolo histórico representa para a cidade. É o prédio em madeira mais antigo do RS.
Estigma político
O estigma político impregnado em torno da edificação deixou as pessoas ‘cegas’ pela história, pela cultura. Uma insensatez indescritível.
Estopim de muitas discussões
Na segunda-feira (18), uma matéria enviada pela prefeitura de Erechim, onde é feito um trabalho do Arquivo Histórico para contar a história do município, que completa 104 anos no próximo dia 30, foi o estopim de muitas discussões sobre o Castelinho e o que fazer com ele.
A imbecilidade de alguns
Alguns dos comentários são impublicáveis, tamanha a imbecilidade de alguns. O ser humano se mostra cada mais cruel e egoísta, pensa apenas no seu umbigo e a empatia passa longe. Pobres mentes...
Obrigação de preservar o patrimônio
Me posiciono ao contrário dessas pessoas. Cada vez que passo em frente ao Castelinho, me causa profunda tristeza em função do estado que se encontra. O símbolo máximo de Erechim, que abrigava a Comissão de Terras, agoniza e esfrega em nossa cara algo que não precisávamos ver em pleno século XXI. O município tem obrigação de conservar sua história.
Um mergulho na história
A imagem do Castelinho refletida nas águas do chafariz (como mostra a foto), pode ser o que nos resta no futuro, lembrá-lo num mergulho da história. Sei que muitos não gostam de quando escrevo sobre o Castelinho. Recebo críticas de todas as ordens. Mas não vou desistir enquanto não ver ele restaurado e utilizado. De projetos estamos cheios, precisamos de ação.