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Opinião

A lamentável insensatez de quem ignora a história

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Muitos projetos e pouca ação, podem acarretar que as lembranças do Castelinho sejam restritas a um m
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Nada me deixa mais chateado que ler comentários de pessoas que pregam a derrubada do Castelinho e que seja colocando no local, qualquer coisa.

Ignoram completamente o que esse símbolo histórico representa para a cidade. É o prédio em madeira mais antigo do RS.

Estigma político

O estigma político impregnado em torno da edificação deixou as pessoas ‘cegas’ pela história, pela cultura. Uma insensatez indescritível.

Estopim de muitas discussões

Na segunda-feira (18), uma matéria enviada pela prefeitura de Erechim, onde é feito um trabalho do Arquivo Histórico para contar a história do município, que completa 104 anos no próximo dia 30, foi o estopim de muitas discussões sobre o Castelinho e o que fazer com ele.

A imbecilidade de alguns

Alguns dos comentários são impublicáveis, tamanha a imbecilidade de alguns. O ser humano se mostra cada mais cruel e egoísta, pensa apenas no seu umbigo e a empatia passa longe. Pobres mentes...

Obrigação de preservar o patrimônio

Me posiciono ao contrário dessas pessoas. Cada vez que passo em frente ao Castelinho, me causa profunda tristeza em função do estado que se encontra. O símbolo máximo de Erechim, que abrigava a Comissão de Terras, agoniza e esfrega em nossa cara algo que não precisávamos ver em pleno século XXI. O município tem obrigação de conservar sua história.

Um mergulho na história

A imagem do Castelinho refletida nas águas do chafariz (como mostra a foto), pode ser o que nos resta no futuro, lembrá-lo num mergulho da história. Sei que muitos não gostam de quando escrevo sobre o Castelinho. Recebo críticas de todas as ordens. Mas não vou desistir enquanto não ver ele restaurado e utilizado. De projetos estamos cheios, precisamos de ação.

 

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