Patriotismo. Independência. Liberdade. Palavras que nos remetem à reflexão sobre o dia 7 de setembro – Dia da Independência do Brasil. Duzentos e um anos depois da proclamação de D. Pedro, ainda vivemos dias de aprisionamento emocional e político-ideológico, que vai muito além do congresso. Precisamos de política de verdade – da arte de governar.
Nos libertamos de Portugal, em 1822, mas precisamos nos libertar do antipatriotismo. Daqueles que são contra a nossa pátria ou contra a nossa terra. Somos do agro, amamos a terra desde criança. Ó pátria amada, idolatrada, salve, salve!
Patriotismo. Uma palavra “aparentemente” desgastada, mas impreterível em tempos de depreciação de valores e sentimentos nobres. O dia 7 de setembro é um momento de reviver o patriotismo e de renovar a esperança por um país cada vez mais justo, fraterno e independente.
O cooperativismo carrega consigo o compromisso de patriotismo, moral e civismo. Patriotismo, pela sua forma de amar e cultivar a terra onde nascemos; moral, pela sua conduta ao tratar com os seus e civismo pela dedicação e fidelidade ao interesse coletivo.
O patriota é aquele que ama seu país e procura servi-lo da melhor forma possível. E o cooperativista é aquele que estima sua cooperativa e procura retribuir da melhor maneira possível, os seus feitos pela sociedade. E que, a exemplo de seus líderes precursores e atuais, considera o seu propósito coletivo acima dos seus interesses pessoais.
Sejamos patriotas de verdade e cooperativistas legítimos.
Esse sentimento de pertencimento nos faz grandiosos e defensores daquilo que é nosso, por direito ou por vocação.
Que o dia 7 de setembro desperte em nós o amor pela pátria, por essa terra e pelas pessoas que nela habitam.
O nosso desejo é que renasça o amor pelo Brasil e pelos brasileiros.