Todo mundo já ouviu a expressão: “a saúde pública é um saco sem fundo”, se referindo a quantidade de recursos que se gasta, e nunca está suficiente para a demanda dos municípios.
Estudo
Estudo divulgado nesta terça-feira, 26, explica um pouco do que acontece nesse setor no Brasil. Dados são do anuário MultiCidades – Finanças dos Municípios do Brasil, iniciativa da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP).
R$ 8 bilhões deixaram de ser repassados
Os dados de 2022, revela aumento das despesas dos municípios com saúde, bem além dos 15% exigidos por lei, e uma retração nas transferências dos estados e da União. No ano passado os municípios deixaram de receber quase R$ 8 bilhões.