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Opinião

Obra básica da Doutrina Espírita (Parte VI)

O Evangelho segundo o espiritismo (Parte IV)

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União Espírita
União Espírita
Por União Espírita

Em toda obra, há a manifestação de Espíritos Superiores acerca dos diversos temas abordados.

Em seu primeiro Capítulo, aborda as três revelações divinas.

A primeira revelação está contida nos dez mandamentos trazidos por Moisés (não confundir com a Lei Mosaica, esta, lei civil ou disciplinar, estabelecida por ele para viabilizar a condução do povo hebreu através do êxodo. Lei “...apropriada aos costumes e ao caráter do povo”).

A segunda revelação está nos Evangelhos, trazido por Jesus ao dizer que Ele não vinha destruir a Lei ou os profetas, mas dar cumprimento à Lei de Deus, “...desenvolvê-la, dar-lhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens”. (KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. I).

A terceira revelação está no Espiritismo.

Como nos esclarece Kardec, “o Espiritismo é uma ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e as suas relações com o mundo corpóreo”. E nos mostra que esse mundo, o espiritual, não deve ser visto como algo sobrenatural, mas “...como uma das forças vivas e sem cessar atuantes na Natureza”. [...] “É a essas relações que o Cristo faz alusão em muitas circunstâncias, e é por isso que muitas coisas que Ele disse permaneceram ininteligíveis ou foram falsamente interpretadas. O Espiritismo é a chave com o auxílio da qual tudo se explica com facilidade”.

No Capítulo II, há abordagem sobre o significado da expressão “Meu Reino não é deste mundo”.

No Capítulo III, outra abordagem que tem relação consentânea com a ideia de mundos evoluídos e primitivos, ao lembrarmos da afirmação do Cristo, “há muitas moradas na casa de meu Pai”.

A leitura do Capítulo IV nos remete à pluralidade de existências, a reencarnação, quando Jesus menciona que “ninguém poderá ver o Reino de Deus se não nascer de novo”.

O Capítulo V, traz alento para os que sofrem ao mencionar as aflições e suas origens, quando o Divino Mestre nos acena com seu amparo ao afirmar “bem-aventurados os aflitos”.

No Capítulo VI, encontramos menção ao Consolador Prometido.

Nos Capítulos VII a X, encontramos outras bem-aventuranças.

(Próximo tema: Obra básica da Doutrina Espírita – O Evangelho segundo o Espiritismo - Parte V)

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