Continuando com a enumeração das passagens contidas no Evangelho, na interpretação dada por Espíritos de Luz, encontramos no Capítulo XXIV: “Não ponhais a candeia debaixo do alqueire”. Nesse Capítulo há a justificativa do porquê Jesus se expressava através de parábolas, ajudando-nos a entender nossa missão como Espíritos ao mencionar Coragem e Fé, ao afirmar que “não são os que gozam de saúde que precisam de médico”, ao mencionar que devemos carregar nossa cruz e segui-lo (“Quem quiser salvar a vida, a perdê-la-á”).
E nos capítulos seguintes: “Buscai e achareis”; “Dai de graça o que de graça recebestes”; “Pedi e obtereis”.
No último Capítulo, o de número XXVIII, uma Coletânea de preces espíritas que servem como sugestão, como orientação na hora de se fazer uma prece, sem, contudo, que seja um ritual, uma fórmula a ser seguida. Lembremos que a prece deve ser a manifestação de um sentimento. Deve ser inteligível, fazer-nos refletir, ser clara, simples, concisa. De outro modo, como diz Kardec, “não passa de ruído”. Movem-se os lábios, “...mas pela expressão da fisionomia, pelo som mesmo da voz, reconhece-se, um ato maquinal puramente exterior, ao qual a alma se mantém indiferente” (O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo XXVIII, Coletânea de Preces Espíritas, Preâmbulo)
Nota: No Instagram da União Municipal Espírita de Erechim, você irá encontrar a indicação dos horários e dias de funcionamento das Casas Espíritas vinculadas à UME-Erechim, bem como de suas redes sociais.
Oportunidade também, de se informar sobre Grupos de Estudo que cada uma oferece.
(Próximo tema: Obra básica da Doutrina Espírita – O céu e o inferno ou a justiça divina segundo o Espiritismo - Parte I)