21°C
Erechim,RS
Previsão completa
0°C
Erechim,RS
Previsão completa

Publicidade

Opinião

O céu e o inferno, ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo (Parte III)

teste
1
Por União Municipal Espírita (Erechim)

Nessa terceira parte, continuaremos trazendo aspectos da Obra Básica da Doutrina Espírita.

Céu e inferno

A criação da imagem de Céu e de Inferno remonta à antiguidade.

Na mitologia grega, por exemplo, os Campos Elíseos (Paraíso ou Céu para os cristãos) era o lugar dos homens virtuosos e localizava-se em regiões superiores; enquanto o Tártaro (Inferno para os cristãos) personificação do Mundo Inferior, localizado em regiões inferiores, é descrito como o lugar de sofrimentos, onde eram aprisionados os inimigos do Olimpo.

Céu

Acreditavam também, os antigos, que havia muitos céus. E a ideia mais difundida era de que havia sete.

Algumas religiões defendem a existência de três céus; outras, de nove céus.

Mas, o Céu existe?

E se existe, onde fica essa “morada dos eleitos”, “da eterna felicidade”?

Busquemos a resposta na lógica, primeiramente, ao analisar que:

  1. no espaço, não há nem alto, nem baixo;
  2. o Céu não está acima das nuvens, nem limitado pelas estrelas.

Então, onde está o Céu a que se referem as religiões?

Está em toda parte.

Nada lhe cerca e nem lhe serve de limites.

Os mundos felizes são aqueles onde há focos de luz e de felicidade.

Poucos entenderam quando Jesus disse:

“Na casa de meu Pai há várias moradas”. (João: XIV, 2)

O Espiritismo esclarece que a evolução do indivíduo, como Espírito, independe do número de Céus, mas depende da proporção de suas obras no bem, que o levará à sua paz de consciência, à sua verdadeira felicidade, pois como já afirmava Jesus, “Meu reino não é deste mundo”.

A se referir ao chamado Céu, Emmanuel, ao prefaciar a obra do Espírito Otília Gonçalves, Além da Morte, através da psicografia de Divaldo Franco, faz a comparação. É “nessas estâncias de luz”, diz o Benfeitor, “...onde se encontram e se reúnem os heróis anônimos do dever, os missionários dos labores humildes que passaram ignorados, os sacerdotes do trabalho aparentemente desvalioso, os pais, os irmãos e amigos ricos de abnegação desinteressada, os mantenedores do bem e da ordem, prosseguindo no programa de incessante evolução...” (FRANCO, Divaldo, p/Espírito Otília Gonçalves. Além da Morte. Pg. 8)

 

(Próximo tema: O céu e o inferno –  Parte IV)

 

Publicidade

Blog dos Colunistas

;