O Pronto Socorro da Fundação Hospitalar Santa Terezinha está com grande procura e acima da média histórica nos últimos dias. Ontem, 23, relatos de usuários, esperaram mais de seis horas. Uma paciente desistiu de ser atendida e procurou atendimento na rede privada.
Aumento do tempo de espera
O diretor executivo da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, Rafael Ayub, afirma que tinha mais pacientes de UTI do que leitos: “alguns com toda estrutura de UTI e ainda no Pronto Socorro aguardando leito. Mas está sob controle, sem falta de equipamentos ou medicamentos, mas com maior número de emergências e urgências, aumento o tempo de espera”, pontou Ayub.
Aumento de casos críticos
O diretor relata também que o aumento de casos críticos, dos dois médicos que trabalham no Pronto Socorro, durante o dia, um tem ficado quase que exclusivamente atendendo sala de urgência: “Por essas questões que a partir das 18 horas, temos o 3º médico”, relata.
Reunião de avaliação
“Estamos sempre avaliando os atendimentos, inclusive nos reunimos nesta terça-feira,23, com Unidade Municipal de Referência em Saúde (antiga UPA), que também está atendendo com sua capacidade total para analisarmos os casos e fluxos, pensando em melhorias”.