Houve diversas tentativas de controle de pragas no mundo, usando predadores naturais. Nem todas deram certo... Houve, por exemplo, um problemão na Austrália quando lá introduziram o sapo cururu (Bufo marinus), nativo da América do Sul, para eliminar o besouro-da-cana (Dermolepida albohirtum), que devastava plantações.
O sapo foi introduzido no norte, mas não comia só besouros, também outros insetos, pequenos mamíferos e aves, competindo com animais locais. Tornou-se ele próprio uma praga porque raposas e marsupiais morriam por seu veneno após comê-lo.
Talvez a formiga australiana comedora de carne seja a solução para esse sapo, a qual, porém, também pode virar uma praga.
Eis aí a importância de se manter o equilíbrio ambiental, e não se pode colocar a culpa nos animais.
Qualquer animal vai se defender se atacado, e aqui faz-se oportuno desmistificar o dizer popular de que os "sapos mijam propositalmente nos olhos dos seres humanos". Não é verdade! Nem é certo que causa cegueira.
Talvez breve, por conta das irritações no local. Agora, convenhamos, para quê provocar os animais a ponto de eles acionarem os seus meios de defesa?