Essa obra está dividida em três partes: a primeira, já abordada, trata propriamente da Gênese, segundo o Espiritismo; a segunda, a que iniciaremos agora, esclarece sobre os milagres, e a última parte, sobre as predições.
Questões que esclarecem sobre esses diversos pontos do âmbito religioso, deixando de lado o simbolismo para ater-se aos fundamentos lógicos, trazidos por Benfeitores do Plano Maior.
Iniciando agora a segunda parte, o Capítulo XIII, trata dos milagres na visão espírita, suas características e seu sentido teológico.
Ao se referir aos milagres, fica claro que o Espiritismo não faz milagres e que os chamados milagres são assim interpretados por não conhecermos seu processo com base na ciência.
Quando o homem se depara com acontecimentos que não compreende como ocorrem, chama de milagres e atribui ao campo sobrenatural.
No Capítulo XIV, são abordados os fluidos (natureza e propriedade), seus elementos, formação e propriedades do perispírito (corpo espiritual, mencionado pelo apóstolo Paulo; corpo vital da alma, a que se refere Tertuliano; Kha, pelos egípcios; Áura, de Orígenes; Corpo Astral, por Paracelso; Corpo fluídico, segundo Leipniz...).
Finalizando o Capítulo XIV, saberemos sobre a “ação dos espíritos sobre os fluidos”; as “criações fluídicas” e as “qualidades dos fluidos”; “explicações de alguns fenômenos considerados sobrenaturais, como a “vista espiritual ou psíquica”, a “dupla vista”, o “sonambulismo”, os “sonhos”, a “catalepsia”, as “ressurreições”, as “curas”, as “aparições”, as “transfigurações”, as “manifestações físicas, a “mediunidade”, as “obsessões e possessões”.
(Próximo tema: A Gênese – Parte V)