Reforçamos o convite para nos acompanharem em uma excursão na busca do conhecimento e, assim podermos ter condições de exercer uma crítica fundamentada.
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.
Conhecendo a Verdade, estaremos libertos do preconceito e do fanatismo que distorcem a realidade.
A verdade nos faz donos de nosso próprio destino.
Encare como um resumido e singelo “curso” sobre o tema e descobrirá coisas interessantes.
Vamos embarcar nessa aventura?
Introdução
A mediunidade é faculdade que possibilita ao homem interpretar as mensagens que recebe do mundo invisível ou, como queiram, do além.
O intercâmbio entre o mundo invisível e o mundo corpóreo sempre existiu.
Porém, é necessário que ambos, médium e comunicante tenham afinidades nessas comunicações.
Desde o momento em que o princípio inteligente galgou o patamar de Espírito, do mundo invisível passou a comunicar-se com mundo corpóreo.
Tais intermediários, que Kardec denominou de médiuns, sempre estiveram presentes na História da Humanidade.
Nas tribos primitivas recebiam as denominações de pajés, feiticeiros, xamãs.
Suas vozes eram ouvidas nos templos pagãos dos povos antigos: gregos, egípcios, persas, caldeus com o nome de sibilas, pitonisas...
Nas sinagogas eram conhecidos como profetas.
Nos cultos afro, nas práticas evangélicas ou carismáticas, como menciona Suely Caldas Schubert, as manifestações também estão presentes. (SCHUBERT, Suely Caldas. Mediunidade: Caminho Para Ser Feliz. 2016. Pg. 27).
Hoje, o exercício da mediunidade é reconhecido e respeitado, mas no passado foi muito perseguido, notadamente durante a Idade Média, com as lamentáveis e tristes consequências que a história registra.
A abertura para a compreensão de ser a mediunidade um meio de intercâmbio entre o mundo invisível e o mundo corpóreo, foi trazida pelo insigne Codificador Allan Kardec em 1857, não obstante ter sido, no princípio, muito combatido e ridicularizado.
Contudo, ainda hoje vemos correntes religiosas combatendo essa prática que atribuem a forças “demoníacas”; em uma falta total de conhecimento sobre essas leis que são inerentes à própria natureza humana, assim como a capacidade de ver, de ouvir, de sentir, como veremos mais adiante.
Capacidade essa, incentivada por Jesus a seus apóstolos para que a usassem para o bem.
A mediunidade, portanto, representa a capacidade de transmitir as mensagens do mundo espiritual e, pode ser direcionada para o bem ou para o mal, dependendo de seu intérprete e com quem ele se afina.
(Próximo tema: Mediunidade: Aspectos Científicos)