Desde sempre, o ser humano modifica e transforma o seu meio, ao mesmo tempo, recebe o reflexo ou refluxo de suas de suas atitudes e ações.
A aceleração dos contínuos avanços tecnológicos, mostra-nos, a evidência de sérios conflitos.
Entre tantos, a compreensão dos fatos que acontecem em ritmos diversos, a defasagem entre o processo humano e o processo tecnológico.
Essas situações evidenciam sentimentos de perplexidade, inadequação, despersonalização e até alienação...
E então o viver, torna-se um grande desafio (emocional, intelectual e social).
As incertezas velozes e contínuas, nos remetem ao patamar da ambiguidade, e assim muitas vezes, ficamos sentados à margem do caminho.
Onde apenas podemos acenar para algumas questões.
Como enfrentar o inesperado?
É hora de alterar ou se ajustar ao cenário?
Talvez, partir do pressuposto que é um tempo para aprender a aprender?
Criar, descobrir, e identificar recursos e potencialidades.
Pensar em percursos mais suaves, independentes e autênticos.
Fraquezas não significam derrotas, ao contrário, é a consciência despertando para mudanças. É um reaprender para ‘ver’ diferente!