Como era a mediunidade na antiguidade
Enquanto princípio inteligente, as manifestações mediúnicas não se mostravam, haja vista que, a comunicação somente foi possível quando esse mesmo princípio inteligente alçou o grau de Espírito.
O que se deu com o surgimento da razão, em uma etapa da caminhada evolutiva em que o hominídio se aproximava do Homo erectus.
É o despertar do livre-arbítrio e, por consequência, da capacidade de distinguir o bem do mal.
Desde os habitantes das cavernas, aprimorando-se conforme e evolução do ser inteligente, as variadas formas de comunicações adaptaram-se à capacidade intelectual do intermediário, no caso, os médiuns.
“Naquelas épocas recuadas o homem observa amedrontado o fantasma do morto, o qual, por sua, vez, sem saber que morrera, procura interagir com o vivo como se não houvesse morrido.” (CAMPOS, Pedro de; por instruções do Espírito Yehoshua ben Nun. Colônia Capela: A Outra Face de Adão. 2022. Pg.257.)
Da mesma forma, pressentindo que espíritos mais adiantados que ele o auxiliava na condução de sua vida, admitiu o intercâmbio como algo constante e normal, sem temor.
Inicialmente, através da clariaudiência e da vidência.
No transcorrer das eras, tais intermediários passaram a receber comunicações cada vez mais elevadas e, assim, transmitindo à Humanidade toda sorte de informações, conforme o grau de adiantamento daqueles que habitam o mundo invisível.
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