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Opinião

Fenômenos Mediúnicos anteriores à Codificação da Doutrina Espírita

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Por União Municipal Espírita (Erechim)

Emanuel Swedenborg (Suécia-Inglaterra - Continuação)

Swedenborg frequentemente teve visões e mantinha contato com seres em recentes desencarnações, embora não tivesse alcance para reconhecer a importância dessas experiências.

Ao tornar públicas tais manifestações foram muitas vezes objeto de chacota, considerados fruto de desequilíbrio mental.

Arthur Conan Doyle, não tem dúvida em afirmar que Swedenborg, “...excepcional vidente e grande pioneiro do conhecimento psíquico...” deve ser reverenciado “...como sendo o primeiro e maior dos médiuns modernos”.

Seu nome, diz o autor acima, “...deve perdurar como sendo o do primeiro homem moderno que descreveu o processo da morte e o Outro Mundo”, demonstrando coragem na defesa de suas convicções e de sua realidade.

Edward Irving (Escócia e Inglaterra)

Enquanto em Londres esses fenômenos eram estudados e a religião condenava sob o título de heresia, na Escócia, Edward Irving (pastor da Igreja da Escócia) se deparava com alguns de seus fiéis em transes mediúnicos e praticando curas (1830-1833).

Casos desses arrebatamentos (com grunhidos e conversas em idioma desconhecido) foram objeto de rumores, onde diziam terem sido registrados na sacristia da Igreja e nas casas dos próprios membros da congregação, independentemente do desejo do emissor.

Em algumas ocasiões, o receptor dessas comunicações espirituais, sem que tivessem condições intelectuais, proferia longas palestras com relação à lei, pontos doutrinários e até, lançando reprovações, ocasionalmente dirigidas até mesmo ao próprio pastor.

(Próximo tema: Mediunidade - Fenômenos Mediúnicos anteriores à Codificação da Doutrina Espírita – Parte III)

 

 

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