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Saúde

Câncer de Pele: da prevenção ao tratamento

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Se detectado precocemente, o câncer de pele tem grandes chances de cura
Por Assessoria de Comunicação
Foto Divulgação

A exposição excessiva ao sol e a falta de cuidados podem aumentar os riscos

O câncer de pele é uma condição caracterizada pela multiplicação anormal das células da pele, resultando na formação de tumores malignos. Esse tipo de câncer pode se manifestar de diversas formas, com sintomas como pintas, manchas ou lesões elevadas que podem ser transparentes, vermelhas, castanhas ou multicoloridas. Essas lesões podem coçar, formar crostas e até sangrar.

Existem dois tipos principais de câncer de pele: o melanoma, que é menos comum, mas o mais grave, e o câncer de pele não-melanoma, que inclui o carcinoma basocelular, o espinocelular e o carcinoma de Merkel. Enquanto o melanoma exige tratamento imediato devido à sua agressividade, os cânceres não-melanomas têm maior chance de cura, especialmente quando detectados precocemente.

Sintomas

- Manchas elevadas de diversas cores (rosa, vermelha, marrom, preta ou multicoloridas);

- Lesões que não cicatrizam, com crostas que sangram facilmente;

- Pintas que mudam de cor, textura ou tamanho;

- Manchas ou feridas que coçam ou ardem.

Embora o câncer de pele seja mais frequente em áreas expostas ao sol, como rosto, pescoço, couro cabeludo e orelhas, ele pode ocorrer em qualquer parte do corpo, incluindo olhos, unhas, boca, ânus e órgãos internos.

Tipos

O mais grave é o melanoma, originado nos melanócitos (células que produzem melanina). Ele se apresenta como pintas ou manchas assimétricas, com bordas irregulares e cores variadas. Em estágios avançados, o melanoma pode causar metástases e afetar órgãos distantes.

Já o Não-Melanoma, compreende cânceres mais comuns, como o carcinoma basocelular (que aparece como uma mancha vermelha ou uma ferida que não cicatriza) e o carcinoma espinocelular (lesões ásperas e sangrantes). O carcinoma de Merkel é mais raro e se caracteriza por caroços rosados ou roxos na pele.

Diagnóstico e causas

O diagnóstico do câncer de pele é feito por dermatologistas que avaliam as lesões da pele e realizam exames como a dermatoscopia (ampliação da pele) e, se necessário, a biópsia. A principal causa do câncer de pele é a exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV), seja do sol ou de câmeras de bronzeamento. Fatores como pele clara, histórico de câncer de pele na família, trabalho ao sol e lesões cutâneas prolongadas também aumentam o risco.

Tratamentos

- Cirurgia: remoção do tumor, como a cirurgia excisional ou a criocirurgia, que utiliza nitrogênio líquido;

- Quimioterapia: uso de medicamentos para eliminar células cancerígenas, indicado para casos mais avançados;

- Radioterapia: radiação concentrada para destruir células tumorais;

- Imunoterapia: estimula o sistema imunológico a combater o câncer;

- Terapia fotodinâmica: uso de luz intensa para ativar compostos aplicados na pele e destruir as células tumorais.

Prevenção

A principal forma de prevenção é o uso constante de protetor solar, mesmo em dias nublados, evitando a exposição solar entre 10h e 16h, horário de maior intensidade de radiação UV. Além disso, usar chapéus, roupas com proteção UV e óculos de sol com filtro adequado também são essenciais para reduzir o risco de desenvolver a doença.

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