Não há nenhuma referência na Bíblia sobre a data de nascimento de Jesus.
Contudo, era necessário estabelecer uma data que servisse para simbolizar esse acontecimento. O que aconteceu por volta de 337 e 352 d.C., através do Papa Júlios. Data declarada como feriado pelo Imperador Justiniano, em 529 e que faz parte de nossa cultura desde então.
Mas a data, pouco importa.
A vinda do Cristo
A vinda do Mestre Nazareno já era anunciada nos quatro cantos da Terra há muitos milênios antes de Sua vinda, como nos conta Emmanuel em sua obra A Caminho da Luz, pela psicografia de Chico Xavier: “Uma secreta intuição iluminava o espírito divinatório das massas populares. Todos os povos o esperavam em seu seio acolhedor; todos O queriam, localizando em seus caminhos sua expressão sublime e divinizada.”
Ainda nos referindo à obra A Caminho da Luz, Emmanuel nos conta que a comunidade de seres angélicos da qual Jesus é um de seus membros, por duas ocasiões se reuniu nas proximidades da Terra.
A primeira, quando da formação do planeta; a segunda, para deliberar sobre a vinda do Cristo, para trazer à família humana lições de amor e de redenção, assinalando uma nova era para a civilização.
Essa vinda foi anunciada à Maria, como relatado em Lucas, 1:31:
“Eis que conceberás no ventre e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus.”
E Jesus, veio.
Não como alguns esperavam, descendo do Céu, secundado por anjos com suas trombetas, destruindo os inimigos, assegurando a supremacia de certas religiões. Mas em uma manjedoura, a simbolizar a humildade que deve aclarar as consciências e simbolizar a chave de todas as virtudes.
(Próxima tema: O Natal – Parte Final)