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Saúde

Saúde disponibiliza painel com dados de doenças crônicas não transmissíveis

Painel apresenta dados de óbitos e internações por município, regiões, sexo e raça/cor

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Painel já está no ar e pode ser acessado no site da SES
Por Assessoria de Comunicação
Foto Alina Souza/SES-RS

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) lançou um novo painel para monitoramento de óbitos e internações por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), incluindo câncer, doenças cardiorrespiratórias, doenças respiratórias crônicas e diabetes mellitus. A plataforma, disponível no site ti.saude.rs.gov.br/dcnt, oferece dados sobre morbimortalidade prematura (faixa etária de 30 a 69 anos) referente aos quatro principais agravos desse tipo, com informações de 2014 a 2024.

Acessibilidade e ferramentas de filtro

A ferramenta oferece a possibilidade de estratificação dos dados por sexo e raça/cor de pele, além de permitir a visualização dos dados conforme a macrorregião de saúde, coordenadoria regional, região de saúde e município. Os indicadores serão atualizados ao longo de 2025 com dados parciais do ano corrente.

Objetivo e impacto da iniciativa

Jonatan da Rosa Pereira da Silva, epidemiologista da SES, explica que o painel foi desenvolvido para fornecer informações importantes para ações de promoção, prevenção e cuidados com as DCNT, além de ajudar na formulação e avaliação de políticas públicas na saúde. A criação do painel é resultado de uma parceria entre a Seção de Doenças de Condições Crônicas Não Transmissíveis, do Departamento de Atenção Primária e Políticas de Saúde (Dapps), e a Divisão de Tecnologias e Inovação, do Departamento de Gestão de Tecnologias e Inovação (DGTI), ambos da SES.

O impacto das DCNT no mundo

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis são responsáveis por cerca de 41 milhões de mortes anualmente, representando 74% do total de óbitos no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Devido à sua magnitude, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a OMS têm incentivado ações globais voltadas para a prevenção e monitoramento dessas doenças. A mortalidade prematura (óbitos entre 30 e 69 anos) é um importante indicador nesse contexto, pois reflete diretamente a perda de anos de vida e de qualidade de vida, além de ter impactos econômicos e sociais significativos.

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