Ou vida semi-inteligente?
Há vida inteligente entre nós, humanos, pelo menos entre os cientistas e ecologistas que habitam nosso planeta. Pois com suas pesquisas e estudos “descobriram” o problema do desequilíbrio climático, o efeito estufa desde, pelo menos, desde o século passado. E o responsável por este problemão que tem afetado todo o mundo, o ser humano.
A vida inteligente, infelizmente, tem ficado restrita aos cientistas e estudiosos do clima; às poucas campanhas de preservação de nossas florestas, que limpam o ar e capturam carbono, produzindo o “gás da vida” – o oxigênio.
Pelos séculos e séculos nós, humanos, temos dilapidado o meio ambiente, que é nossa morada, em prol de riquezas que, no futuro, não servirão para nada, pois estaremos todos destruídos.
Tomar uma atitude séria, rápida e responsável para conter e resolver este problema está sendo relegado, ignorado, perdido em encontros, conversas, projetos e tentativas, pelos líderes mundiais e até pelo próprio povo. O mesmo povo que tem seu futuro e de seus descendentes correndo seríssimo perigo quanto à sua sobrevivência.
Vou “ilustrar” este assunto com o conto – “Interceptei a mensagem de um ET” do escritor e psicanalista gaúcho Mário Corso. Apenas vou citar algumas partes, pois para a íntegra não teria espaço. Trata-se do relatório de um ET, que foi enviado pelo seu planeta Zorg, para uma missão de reconhecimento de uma civilização semi-inteligente – o planeta TERRA, o e ET, então, relata: “O que eles mais precisam é de gás carbônico. Cada grande cidade possui enormes usinas fixas de produção de CO2 com gigantes chaminés. Uma manobra coletiva permite uma distribuição mais eficaz a partir de pequenas usinas móveis. Essas microusinas, produtoras de gás carbônico, têm apenas duas rodas e servem também para transporte.
São poucas pessoas vivendo em áreas verdes. Creio que a concentração de oxigênio lhes seja prejudicial, motivo pelo qual eles se esforçam para derrubar as florestas produtoras de oxigênio e umidade.
[...] é visível um contraste extremamente desigual entre as usinas móveis, todas em metal rígido – apenas as rodas são macias – e a fragilidade dos humanos. Eles possuem corpos sem exoesqueleto, são constituídos, basicamente, de carbono e água e o cerne de uma quebradiça estrutura de cálcio.
Não fosse o CO2 diria que, nem entre as civilizações semi-inteligentes, poderíamos classificar os terrestres”.
Deu para entender?
Esta historinha poderia ser cômica em outros tempos. Mas, na atual situação climática que estamos vivendo, é infelizmente, trágica e assustadora.