Antes de prosseguirmos, cabe uma correção, fruto de nossa desatenção.
Na última coluna mencionávamos que o espírito é eterno. O correto é “o espírito é imortal”, pois que, eterno, somente Deus que sempre existiu.
Consequências da velhice
Limitações físicas e mentais
A decrepitude faz parte da realidade a que estamos submetidos. É na velhice, cuja data inicial não há consenso, que sofremos limitações de ordem física e mental.
No entanto, para o indivíduo, mesmo que tais limitações não sejam tão acentuadas a ponto de impedir sua locomoção ou uma conversação normal, ele poderá vir a sentir-se um fardo para os familiares.
Carlos Durgante, médico geriatra, espírita, autor de várias obras, entre elas “Velhice: Culpada ou Inocente?” nos provoca à reflexão: “Será um castigo ficarmos velhos se apenas procurarmos modelos de idosos que aguardam a chegada da morte como o único caminho para a redenção”. “Será castigo a velhice para aqueles que chegarem nela como quem chega de viagem com a mala vazia”.
Pesquisas apontam que os jovens admitem o convívio com os velhos (avós, pais), mas não toleram suas “esquisitices”, apesar de admitirem serem fonte de conhecimento e experiências.
Os velhos, para eles, é um ser à parte, ultrapassado. E quando questionados sobre como seriam quando velhos, sentem-se desconfortáveis.
Mas os jovens se esquecem que o envelhecimento, a nível celular se inicia ao nascer (Teoria da Telomerase) e que uma velhice com boa qualidade pode ser construída bem antes dela chegar.