Dados Estatísticos
Dados do IBGE apontam para 2030 uma população de 41 milhões de idosos dentro de uma população de 210 milhões.
A OMS estima para 2050 que o número de idosos supere o de jovens até 15 anos de idade.
A estimativa de vida no Brasil é de 74,9 anos (dados de 2013). E se considerarmos uma projeção de vida saudável, até o aparecimento de doenças crônicas-degenerativas, substraindo-se 12 anos, chegamos a 63 anos de idade com boa atividade física e mental.
Qualidade de Vida
Essa faixa etária vem obtendo a atenção por ser um importante mercado consumidor (Bancos, empresas de turismo, prestadoras de serviços).
Profissionais da medicina se especializam no trato do idoso (geriatria, gerontologia, etc.).
Academias direcionam seus programas para abranger igualmente as pessoas com mais de 60 anos.
Empresas se ocupam de oferecer complexos vitamínicos.
Oferecer melhor qualidade de vida ao idoso é o objetivo desses segmentos econômicos, aliado aos lucros advindos desse investimento.
Isso, em tese, contribui para o prolongamento de uma vida mais saudável e produtiva, pois incentiva a autoestima, autovalorização de suas potencialidades como indivíduo.
Atividades físicas, participar de grupos, ser voluntário em alguma instituição, são apenas algumas das atitudes que resultam em melhoras na qualidade de vida. Há várias oportunidades de sentir-se útil!
Carlos Accioly, também autor da obra “Um Tempo de Colheita”, cita Leon Denis, quando afirma que essa força que outrora transbordava de energia, na velhice irá proporcionar ao homem mais sabedoria e juízo, harmonizando seus pensamentos com a melodia divina.
Não devemos nos culpar por essa fase, mas desfrutá-la, tanto quanto nos seja possível.
A propósito do descanso na velhice, reportamo-nos à questão 685, formulada por Kardec, em O Livro dos Espíritos.
“685 – O homem tem direito ao repouso em sua velhice?”
E os Espíritos respondem:
“Sim, ele não está obrigado senão segundo suas forças.”