Consequências da separação
As separações podem ocasionar profundos sofrimentos: dores, lágrimas, mágoas, desilusões.
Então, separar-se é um erro?
Para essa questão, convém nos reportarmos ao Capítulo XXII de O Evangelho segundo o Espiritismo, item 4, quando Kardec faz uma pergunta para que reflitamos.
O que seria, pergunta ele, “...mais humano, mais caridoso, mais moral, unir, um ao outro, dois seres que não podem viver juntos ou restituir-lhes a liberdade?”
“A perspectiva de uma cadeia indissolúvel”, continua Kardec, somente iria produzir um aumento do número de uniões infelizes, que se refletiriam naqueles que dividem a existência mais próxima; os filhos, os pais, os irmãos de sangue.
Emmanuel, na obra Encontro Marcado, nos diz que o casamento poderá sofrer reveses tais que, a separação se apresenta como a solução menos traumática para os envolvidos, embora SEMPRE LAMENTÁVEL.
(https://www.youtube.com/watch?v=3q9HnLDHlYU)
Por essa ótica, será melhor, portanto, interromper um contrato matrimonial do que ter os débitos aumentados perante a Lei Maior.
A lei civil objetiva regular as relações sociais e familiares, consoante cada civilização.
A lei humana é útil e necessária, diz Kardec, mas variável; a Lei de Deus é imutável, exclusivamente moral, pois que, assentada sobre o amor.