Era uma vez, num tempo não muito distante.
Pais e mães muito presentes no cotidiano da vida familiar. Trabalho? Sim, mas sempre havia tempo para o afeto e o aconchego.
Contudo, foram surgindo transformações e, com elas, exigências, acompanhadas da ganância
Tudinho em nome da "evolução" e, com isso, o pouco tempo e a distância espreitavam o cotidiano das crianças e adolescentes.
E a caminhada continuava.
Tecnologias, todos os dias, ocupando o espaço sagrado da convivência familiar.
O tempo continuava a passar, e situações inusitadas passavam à normalidade.
E então, “os solitários” passaram a ditar seus desejos "ao bel escolher", e adultos (familiares), em tom compensatório, diziam amém.
Era uma vez, talvez tempo de pensar, sempre há tempo!
Professora Lourdes Pinheiro Barbieri - Mestre em Educação Geral/ IPLAC (Instituto Pedagógico Latino Americano Caribenho)