Aquele cabelo
ainda passa
pelo meu ombro.
E, és tu! Que surges.
Tu,
sei agora;
o nunca ...!
Ao reinado
de instantes que
fazem doer
esta rua.
Aquele cabelo
ainda passa
pelo meu ombro.
E, és tu! Que surges.
Tu,
sei agora;
o nunca ...!
Ao reinado
de instantes que
fazem doer
esta rua.
“A recuperação da infraestrutura é indispensável para retomar a normalidade”
O Reino não é democracia
Looks com calça de couro
Para mim não é novidade: O que há nos bastidores do futebol!
Sagrada Família de Nazaré: “Peregrinos de Esperança”
Do sono profundo
Como anda o seu casamento?
A viagem da vida