Vou arriscar aqui uma analogia, espero que compreendida, daquelas que fazem pensar.
Enquanto alguns ainda recorrem à violência extrema para tentar exercer poder sobre uma mulher, o mundo real segue mostrando exatamente o oposto.
O verdadeiro poder feminino cresce, lidera, decide e transforma empresas inteiras, e em ambientes onde antes só se viam barbados.
É quase irônico.
De um lado, a covardia dos feminicídios, que, para mim, é a expressão máxima da fragilidade de quem só conhece o controle pela força: pura covardia.
Do outro, mulheres que protagonizam resultados, conduzem times, assumem conselhos, comandam operações complexas e entregam performance consistente, sem precisar levantar a voz.
Nas empresas que acompanho ao longo da vida de consultoria e conselhos, muitas das decisões mais sólidas, dos ambientes mais saudáveis e das estratégias mais bem executadas tiveram liderança feminina no centro.
Não por concessão.
Por competência.
O contraste não poderia ser mais claro: quem agride teme perder poder; quem lidera constrói poder.
Talvez seja isso que incomode tanto alguns: o fato de que o protagonismo feminino não pede permissão, não depende de força e não precisa diminuir ninguém para existir.
No fim das contas, a comparação vira reflexão séria: o futuro não pertence a quem tenta dominar pela violência, mas a quem lidera com inteligência, coragem e humanidade.
E, nesse jogo, as mulheres já estão jogando e ganhando, para o desespero dos covardes “feminicidas empresariais”.