Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o cálculo renal atinge cerca de 10% da população em alguma fase da vida, sendo mais comum no período adulto e, em média, somente 2 a 3% dos casos ocorrem na infância. No que se refere às medidas de tratamento da denominada litíase urinária na faixa pediátrica, o uso de métodos minimamente invasivos, representa uma alternativa em ascensão.
Um exemplo foi registrado na semana passada, no Centro Hospitalar Santa Mônica de Erechim, onde um paciente de cinco anos, foi submetido a um procedimento de Litotripsia Extracorpórea para tratar um quadro de cálculo renal.
Segundo o médico urologista responsável pelo procedimento, Henrique Nonemacher, a técnica demonstra ser uma forma eficiente de tratamento de cálculos piélicos, caliciais, ureterais e vesicais em crianças. “Os resultados deste método geralmente têm uma boa resolutividade, sem a necessidade de internação hospitalar e com breve retorno às atividades de rotina”, destaca o especialista.